segunda-feira, 20 de julho de 2015

Empreendedora de 68 anos planeja levar franquia de bolos para os Estados Unidos

Com rápida expansão, os bolinhos de vó saem do Rio de Janeiro para o Brasil e, em breve, para o exterior

Por Priscila Zuini com Rennan A. Julio - 07/07/2015
Dona Alzira, dona da franquia Fábrica de Bolo (Foto: Divulgação)
Em 2007, durante o feriado de Páscoa, Alzira Ramos, aos 60 anos de idade, perdeu sua mãe. Triste por perder uma pessoa tão amada, Dona Alzira, como era conhecida, não conseguia ficar em casa sozinha. Fugindo do luto, aceitou o convite de sua amiga para um chá. Naquela tarde, comeu um bolo de iogurte com canela. “Qual é a receita desse bolo?”, perguntou, para depois testar em casa. Ali começava a Fábrica de Bolo, franquia que faz mais de 150 mil bolos por mês no Brasil inteiro.
“Meu marido Cláudio tinha um lugarzinho no bairro, onde vendia pipoca. Seu amigo trabalhava em um botequim do lado e os dois falaram para eu tentar vender uns pedaços de bolo por lá”, diz Alzira. No primeiro dia, todos foram vendidos em menos de duas horas. “No segundo já fui com três bolos. Foi um sucesso, todo mundo comeu”. Em poucos meses, Dona Alzira já estava fazendo de 20 a 30 bolos por dia. “Era bom porque ajudava a superar aquele sentimento triste”
No entanto, pouco tempo depois disso, ao perder o irmão, a boleira sentiu o pior dos baldes de água fria. “Foi muito ruim. Fiquei muito mal mesmo. Sempre dizia que Deus tinha me dado um pai, uma mãe e um irmão para cuidar de mim”, afirma.
E por morar no apartamento de seu irmão, Alzira logo teve que procurar opções para sobreviver. “Tinha um forno muito pequeno, eu realmente precisava de mais espaço. Aí decidi ir para a loja do meu marido, dividir tudo com ele. Fizemos uma obra e ficamos por lá.”
O local, no centro do Rio, era bastante movimentado. “A rua tinha delegacia e muito comércio. O pessoal sentia o cheirinho e a nossa loja enchia. Falei para o Cláudio desistir das pipocas de uma vez para me ajudar com os bolos”, diz Alzira. Em 2010, a pequena lojinha ganhou o primeiro letreiro "Fábrica de bolo".
“A fábrica começou a crescer e conseguimos juntar um bom dinheiro. Até abri uma poupança.” Com o dinheiro, a família Ramos decidiu investir em uma loja maior, no bairro da Tijuca – local onde Alzira trabalha até hoje.
O sucesso e as franquias
Com o aumento das demandas, a equipe de 15 funcionários não conseguia mais dar conta do atendimento. Em 2013, a Fábrica de Bolo Vó Alzira deu seu primeiro passo em direção ao mercado de franquias. Para dar forma ao projeto, foram necessários oito meses testando receitas. A ideia era conseguir uma fórmula de bolos que “mantivesse o sabor original”.
Bolo de coco com cobertura de leite condensado da Dona Alzira (Foto: Divulgação)
Com o pensamento focado em praticidade, Fábio Prata, consultor de franquias da empresa, tomou conta dessa mudança. “O Sr. Cláudio desenvolveu um mix especial, com 80% do padrão do bolo. Depois disso, a gente entrou no processo de criação da marca, profissionalizamos as equipes. Tudo isso sem perder a essência.”
Para Prata, a expansão das franquias aconteceu de maneira muito rápida. “Ultrapassamos as 100 lojas em menos de dois anos. Produzimos mais de 150 mil bolos por mês. É muito difícil replicar o carinho da Dona Alzira com os clientes, por isso, cobramos comprometimento dos nossos parceiros”, diz Prata, que também é franqueado da marca.
Para entrar na família
Quem quiser fazer parte da Fábrica de Bolo precisa desembolsar um investimento inicial de R$ 100 mil, em média. Além do dinheiro, os interessados devem saber que é necessário manter o estilo caseiro – além do bolo, é claro. “Quando desenhamos a primeira opção de franquia, parecia um Starbucks, todo moderno. Mas a Dona Alzira olhou o projeto e, de cara, perguntou onde estava o balcão de alumínio. Colocamos todo o projeto abaixo”, diz Prata.
Agora, os próximos desafios da empresa estão no crescimento. No projeto, duas metas: entrar no Estado de São Paulo pela primeira vez e levar o sabor de vó da Dona Alzira para os Estados Unidos. “Fizemos alguns testes na Flórida e o público parece ter aprovado. Vamos ver o que acontece”, disse Prata.
Com o sonho inimaginável da senhora de 68 anos alcançando terras estrangeiras, fica até difícil acreditar que Dona Alzira não come mais os bolos que faz. “É tanto bolo na nossa vida que a gente acaba enjoando. Do pessoal de casa, só a minha netinha ainda come. Mas é muito bom saber que faz sucesso quase no Brasil inteiro”, diz Alzira.

http://www.cgcon.com.br

Reforma Curitiba, Reforma Clinica, Reforma Curitiba, Projeto de Reforma, Reforma casa comercial, reforma sala comercial, reforma escritório, reforma corporativa, reforma loja, reforma loja de shopping, reforma franquia, reforma subway, reforma cacau show, reforma Curitiba, empresa de reforma Curitiba, empresa de reforma, empresa de construção Curitiba, empresa de construção, empresa de obra, empreiteira Curitiba, reforma andar corporativo, reforma sala corporativa, reforma de empresas, reforma padrão franquias, empresa de reforma padrão de franquias, reforma Curitiba, reforma clínica odontológica, reforma clínica médica, reforma Curitiba, 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Após acumular dívidas, empresário reorganiza empresa e salva negócio

Após investimento inicial de R$ 500, dívidas chegaram a R$ 400 mil.
Jovem buscou aprimoramento no Sebrae e recuperou sua empresa.

Do PEGN TV
Um empresário de Brasília teve que se reciclar para salvar a marca de camisetas que criou. As dívidas chegavam a R$ 400 mil e ele fechou quatro lojas.

O jovem Eder Carvalho começou a vida empresarial usando uma habilidade que tinha desde criança para fazer camisetas. Ele investiu R$ 500. Mas como todo novo empreendedor, Eder cometeu um grande erro: pensou que só com talento se daria bem. Ele sonhou alto e fez empréstimos em banco. Abriu uma loja atrás da outra. E se atolou em dívidas.

Só em 2011, cinco anos depois de iniciar o negócio, Éder foi atrás do essencial para qualquer empreendedor: conhecimento. Começou a fazer cursos no Sebrae, e o primeiro foi de gestão financeira.

Eder aprendeu a montar um plano de negócio, como dar preço a um produto, administrar estoques e fazer plano de marketing. Também fez pesquisa de mercado para conhecer o público e os concorrentes.

Ele corrigiu os pontos fracos da empresa, como o visual da loja. Enxuto e mais organizado, o negócio ganhou fôlego. As dívidas caíram pela metade. No ano passado a empresa faturou R$ 700 mil.

De aluno, Éder passou a professor. Agora é ele quem dá curso de gestão financeira pra outros pequenos empresários.

CONTATOS:

SEBRAE
Central de Relacionamento: 0800-570-0800
Site: www.sebrae.com.br
FILHO RICO MODA
Contato: Éder Carvalho
QS 01 – RUA 210 – LT. 40 – Taguatinga Shopping - 3º piso - Loja 3041 Taguatinga Sul.
Brasília/DF – CEP: 71950-904
Telefone: (61) 3028-4477
Site: www.filhorico.com.br
E-mail: contato@filhorico.com.br

SEA PROTECTION
Contato: Margarete Augusto Caldas
Telefone: (11) 4479-0341

Reforma Curitiba, Reforma Clinica, Reforma Curitiba, Projeto de Reforma, Reforma casa comercial, reforma sala comercial, reforma escritório, reforma corporativa, reforma loja, reforma loja de shopping, reforma franquia, reforma subway, reforma cacau show, reforma Curitiba, empresa de reforma Curitiba, empresa de reforma, empresa de construção Curitiba, empresa de construção, empresa de obra, empreiteira Curitiba, reforma andar corporativo, reforma sala corporativa, reforma de empresas, reforma padrão franquias, empresa de reforma padrão de franquias, reforma Curitiba, reforma clínica odontológica, reforma clínica médica, reforma Curitiba, 

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Colaboração é a nova tendência entre franquias

Colaboração é a nova tendência entre franquias
Respondido por Lyana Bittencourt, especialista em franquias

É muito interessante viver numa época em que muito se constrói na base da colaboração. Com frequência, recebemos notícias de empresas alavancadas por investimentos de desconhecidos, por meio de crowdfunding.

Também é comum ouvirmos sobre ações de crowdsourcing, como a criação de novos produtos construídos com base em ideias de diversas frentes. Neste sentido, quero dar minha contribuição propondo a criação do crowdmarketing para as redes de franquias.

Os franqueados de uma rede são a principal fonte dos desejos de seu cliente final. São eles que trazem as receitas de como conectá-lo com a marca, como engajá-lo com uma campanha, como fazê-lo, enfim, comprar mais o seu produto ou serviço.

Imagine uma rede com unidades em municípios nas 5 regiões desse país – com culturas e costumes distintos. Imagine cada um dos franqueados tendo ideias e mais ideias de como poderia falar de uma forma mais cativante com o cliente da sua loja. Imagine a riqueza disso! Agora imagine também você desperdiçar isso tudo em razão de não ouvir e não dar valor a essa colaboração.

Me parece que vivemos num mundo onde desperdiçar boas ideias não faz muito sentido. Então, por que não envolver os franqueados, desde o início, no desenvolvimento do marketing da sua rede?

E sim, no início, dois cenários antagônicos podem acontecer. Ou uma chuva de ideias fazendo com que você tenha muito trabalho para separar o joio do trigo, ou um silêncio absoluto. Caberá a você fazer acontecer o equilíbrio entre esses dois pontos, o que pode ser obtido das mais diferentes formas.

Uma que considero muito eficaz é a formação de grupos de trabalho de acordo com a proximidade geográfica. Por exemplo, franqueados da região sul formando um comitê para discutir ações que sejam eficazes em seu território de atuação, e esse mesmo movimento acontecendo em todas as demais regiões. Um representante de cada um desses grupos se integra ao comitê de marketing da rede e vai discutir o planejamento junto com a franqueadora. Ou seja, forma-se um grupo engajado, organizado e com a participação de todas as unidades.

Os franqueados de hoje, mesmos os novos no sistema, sabem que o fundo de marketing não é parte da receita da franqueadora. Ele deve ser revertido integralmente em prol da rede, de sua divulgação e fortalecimento da marca. É aqui que se revela o levantamento coletivo de recursos para uma ação maior em prol de todos.

O franqueado sozinho geralmente não consegue ter o capital necessário para investir em uma ação de impacto nacional, mas juntando-se o investimento de todos os franqueados da rede, ações mais impactantes e que requem um investimento maior começam a se viabilizar.

E, para evitar questionamentos, desconfianças e baixa aderência às ações de marketing desenhadas para a rede, nada melhor do que, desde o início, trazer para a rede esse conceito de co-criação. Participando ativamente do planejamento, fica mais fácil para o franqueado comemorar as vitórias e, por que não, também dividir as responsabilidades de uma ação equivocada.

Lyana Bittencourt é especialista em franchising e diretora de Marketing e Desenvolvimento do Grupo Bittencourt.

Fonte: EXAME.com

Reforma Curitiba, Reforma Clinica, Reforma Curitiba, Projeto de Reforma, Reforma casa comercial, reforma sala comercial, reforma escritório, reforma corporativa, reforma loja, reforma loja de shopping, reforma franquia, reforma subway, reforma cacau show, reforma Curitiba, empresa de reforma Curitiba, empresa de reforma, empresa de construção Curitiba, empresa de construção, empresa de obra, empreiteira Curitiba, reforma andar corporativo, reforma sala corporativa, reforma de empresas, reforma padrão franquias, empresa de reforma padrão de franquias, reforma Curitiba, reforma clínica odontológica, reforma clínica médica, reforma Curitiba,

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Como tirar uma franquia da falência

Pequenas Empresas & Grandes Negócios - Priscila Zuini - 29/06
 
Franqueados contam como conseguiram recuperar negócios do buraco
 
As franquias brasileiras tiveram taxa de mortalidade de 3,7% no ano passado, bem abaixo dos quase 30% para negócios independentes. Por isso, as franquias são a escolha de muitos empreendedores na hora de ter o próprio negócio. “Muita gente compra franquia e acha que os problemas estão resolvidos”, diz André Friedheim, consultor da Francap. Mesmo com baixas taxas de falência, a franquia tem riscos que podem acabar virando prejuízo para o franqueado.
 
Para Maurício Galhardo, da Praxis Business, dois pontos são cruciais na gestão de franquias. “Eu acho que existem duas causas principais: vender pouco ou gastar muito. O franqueado pode vender pouco por estar em uma localização equivocada, mal preparo ou estratégia de marketing mal feita, assim como pode gastar muito por uma negociação errada do imóvel, equipe inchada, pouco produtividade ou estoque muito grande de produtos”, afirma. O fato é que os problemas aparecem e o franqueado precisa agir rápido para salvar o negócio.
 
Para ajudar, as franqueadoras costumam ter uma equipe de “UTI”, que tem a tarefa de salvar a unidade. Muitas vezes, o salvamento depende de um novo fôlego, financeiro e de gestão. A Ortodontic Center, por exemplo, ativou a equipe de UTI para recuperar uma unidade em Santa Catarina. Os sócios deixaram o negócio nas mãos dos funcionários a ponto de um dos franqueados de mudar para o Japão. “O meu tio era um dos sócios. Ele tentava conversar por Skype, mas a coisa não andava igual. Entre 2013 e 2014, eu e meu marido viemos para cá”, afirma Kauana Diniz, nova franqueada de São José.
 
Com suporte da consultora de campo, a dupla viu que o maior problema era atrair clientes. “Era feita toda a compra dos materiais para fazer o trabalho, mas não tinha cliente. Vimos que o problema estava no funcionário. Eles estavam cheios de mania, não perguntavam, faziam por conta própria. Fizemos reciclagem, para dar treinamento novo e tirar quem não se enquadrava”, diz Kauana. Na época, o faturamento saltou de R$ 28 mil para R$ 55 mil. “Dobramos o número de pacientes em questão de dois meses”, diz.
 
A recuperação da clínica mostra que dedicação e foco ainda são imprescindíveis para fazer a empresa crescer. “Continuo achando o perfil do franqueado um fato muito importante para o sucesso. No Brasil, muitos ainda são mal selecionados e mal capacitados. Nos EUA, se gasta muito dinheiro nos processo de implantação, porque isso evita futuros problemas”, afirma.
 
Na rede de escolas de capacitação Cebrac, a troca de comando foi essencial para salvar a unidade de Apucarana, no interior de São Paulo. Diogo Palmieri conseguiu aumentar de 60 para 600 o número de matrículas em um ano. “O ex-proprietário me ligou e ofereceu para assumir a unidade. Ele tinha perdido o gás e nem tinha poder de investimento”, diz.
 
Entre os problemas, Palmieri encontrou uma estrutura física precária, com salas e equipamentos velhos. “A escola não faturava nem para pagar o aluguel. Tinham 30 lâmpadas queimadas e a gente precisou reformar, além de treinar e motivar a equipe. O faturamento de R$ 7 mil foi para R$ 70 mil. Foi surpreendente até para nós”, afirma Palmieri.
 
Evitar a falência é também função e interesse da franqueadora. Hoje, além das equipes de UTI, as redes usam os consultores de campo para não perder negócios. “É o monitoramento feito pelo consultor de campo que vai mostrar esses problemas. Ele não pode ser um auditor para verificar padrões. Ele tem que ir lá fazer o franqueado ganhar dinheiro, mostrar como fazer boa gestão de pessoas. É ajudar o franqueado a ser empresário e gestor”, diz Galhardo.
 
O franqueador também pode ajudar divulgando informações da rede e do mercado. “Ter comparações é importante. Você percebe se está é problema interno ou de mercado. O franqueador deveria divulgar rankings para que o franqueado tenha noções de como está comparado a média. E é papel do franqueado buscar informação no mercado que ele atua”, afirma Friedheim. Para Palmieri, entusiasmo também é um fator relevante. “A pessoa precisa ter dedicação e amor ao negócio. Trabalhar muito e acreditar”, diz.

Reforma Curitiba, Reforma Clinica, Reforma Curitiba, Projeto de Reforma, Reforma casa comercial, reforma sala comercial, reforma escritório, reforma corporativa, reforma loja, reforma loja de shopping, reforma franquia, reforma subway, reforma cacau show, reforma Curitiba, empresa de reforma Curitiba, empresa de reforma, empresa de construção Curitiba, empresa de construção, empresa de obra, empreiteira Curitiba, reforma andar corporativo, reforma sala corporativa, reforma de empresas, reforma padrão franquias, empresa de reforma padrão de franquias, reforma Curitiba, reforma clínica odontológica, reforma clínica médica, reforma Curitiba, 

terça-feira, 7 de julho de 2015

Empreendedora carioca faz sucesso vendendo "trufas de brigadeiro" nos EUA

Marcela Ferrinha adaptou doce brasileiro para conquistar clientes americanos

Por Adriano Lira - 30/06/2015
Marcela Ferrinha, da The Sweet Brigadier (Foto: Divulgação)
brigadeiro é uma paixão. É quase impossível ver pessoas que não gostam do doce. Só há um problema: quem se arrisca a vender brigadeiro no exterior tem que explicar, toda vez, o que é a tal guloseima brasileira. "E, no fim, quase tudo é vendido só aos brasileiros", diz a empreendedora Marcela Ferrinha, carioca de 34 anos. Marcela comanda, em Salt Lake City (EUA), a The Sweet Brigadier, especializada em uma verão diferente da iguaria: "trufas de brigadeiro".
Marcela mora no exterior há oito anos. No Brasil, trabalhou nas áreas de hotelaria e gestão de restaurantes. Após sofrer um assalto no Rio, decidiu se mudar com o então namorado (e agora marido) para os Estados Unidos, onde atuou, na maior parte do tempo, como cozinheira.
Em 2010, um pouco cansada da vida de funcionária, decidiu abrir o próprio negócio. A princípio, Marcela começou a vender brigadeiros tradicionais. Por mais deliciosos que fossem os doces, era um pouco difícil vender o produto. "Todos amavam quando comiam, mas só os brasileiros e quem já havia viajado ao Brasil já conheciam o brigadeiro. Muitas pessoas não conseguiam nem falar o nome do doce", afirma.
Para solucionar o problema, a carioca começou a fazer as trufas, que são nada mais que um brigadeiro com uma camada de chocolate belga. Como as trufas são mais conhecidas mundialmente que os brigadeiros, ficou mais fácil vender para os americanos. "A maioria dos negócios no exterior que são voltados somente para os brasileiros não duram por muito tempo, infelizmente", diz Marcela.
A The Sweet Brigadier tem 55 sabores diferentes de trufas. Há sabores tradicionais e variações mais exóticas, com ingredientes como bacon e vinagre. Marcela afirma que todos os seus doces são feitos com ingredientes frescos. "Eu sou super perfeccionista. Eu sou o meu maior e meu pior crítico." Além das "trufas de brigadeiro", a empresa vende bolos e outros doces.
Hoje, a The Sweet Brigadier vende seus doces pela internet e marca presença em diversos eventos em Salt Lake City. A brasileira tem parcerias com gigantes como a Porsche e Audi. "Participamos de lançamentos de novos modelos e fazemos caixinhas de trufas para novos clientes das empresas."
Marcela não revela seu faturamento, mas antecipa que planeja abrir uma loja física em breve. Num futuro mais distante, o plano é franquear o negócio. "Até já recebemos propostas de pessoas querendo abrir unidades, mas não vamos fazer isso enquanto não tivermos um modelo estabelecido", diz.
Reforma Curitiba, Reforma Clinica, Reforma Curitiba, Projeto de Reforma, Reforma casa comercial, reforma sala comercial, reforma escritório, reforma corporativa, reforma loja, reforma loja de shopping, reforma franquia, reforma subway, reforma cacau show, reforma Curitiba, empresa de reforma Curitiba, empresa de reforma, empresa de construção Curitiba, empresa de construção, empresa de obra, empreiteira Curitiba, reforma andar corporativo, reforma sala corporativa, reforma de empresas, reforma padrão franquias, empresa de reforma padrão de franquias, reforma Curitiba, reforma clínica odontológica, reforma clínica médica, reforma Curitiba, 

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Rede de franquias fatura com sabores inusitados de coxinhas

Apesar de ser formado em administração e especializado em gestão estratégica de negócio, Sidnei Zucatelli, de 33 anos, não tinha atuado à frente de um negócio até um ano atrás. Essa perspectiva mudou quando ele conheceu Roberto Minelli, um dos sócios daCoxinha du Chef, rede de franquias especializada em salgados.
Coxinhas com vários tipos de recheios – parmegiana, hot dog, doce de leite e carne louca são alguns dos sabores – e salgados como pão de queijo vendidos no cone são a especialidade da rede.
Zucatelli gostou da ideia e decidiu se tornar um franqueado da rede. “A ideia da coxinha é ter uma operação simples sem perder a qualidade”, afirma. A Coxinha du Chef possui uma fábrica própria, em São Paulo, onde todos os salgados são produzidos. O franqueados recebem os salgados prontos e só precisam fritar e vender. 
Ele abriu uma unidade no bairro de Pinheiros, em São Paulo. “Com cinco meses de operação, ela se tornou a principal loja da rede”, diz o empreendedor, que em seguida tornou-se sócio da unidade da Lapa, também na capital paulista.
Com tantos bons resultados, o empreendedor foi convidado a se tornar diretor da rede e reestruturar o plano de negócios e a gestão. “A Coxinha du Chef até então não tinha um formato bem estruturado como uma franquia que quer expansão, mas acabou crescendo muito rápido”, afirma. Em questão de um ano, foram abertas 20 unidades da Coxinha du Chef, três delas fora do estado de São Paulo.
Unidade da Coxinha du Chef em Santo André, em São Paulo (Foto: Divulgação)
Uma das primeiras decisões de Zucatelli foi investir em uma linha de produtos assados para o café da manhã. “Estamos de olho no mercado e percebemos que o modelo de salgados assados, com aspecto mais natural, tem um apelo muito forte. Trouxemos essas novidades para o café da manhã e elas estão saindo super bem”, afirma.
Investir em sabores inusitados de coxinhas foi outra diretriz dada à rede. A cada dois meses, a Coxinha du Chef lança novos sabores. “Eles têm um apelo maior”, diz o Zucatelli. A ideia é associar os recheios com datas específicas. Dezembro, por exemplo, é mês da coxinha de panetone.
O diretor da rede também deu bastante atenção ao plano de franquias. O objetivo é terminar 2015 com 59 unidades, mas a preferência é que elas sejam responsabilidade de 20 franqueados. “Quero que os franqueados estejam felizes. Não quero ter vários, mas poucos de confiança”, diz Zucatelli. “Franquia é como um grande time. Você aprende a conhecer quem está do outro lado. Conhece as fragilidades e aprende como canalizar a força.” O investimento inicial em uma unidade da Coxinha du Chef é de R$ 80 mil, com um faturamento mensal médio de R$ 30 mil.
A rede atualmente produz três milhões de coxinhas por mês e pretende faturar R$ 5 milhões em 2015. Para Zucatelli, estar à frente desse processo é uma realização pessoal. “Nunca me dediquei tanto para um negócio. Acredito demais nesse modelo de negócio”, afirma o empreendedor.