sexta-feira, 11 de setembro de 2015

5 tendências para novos negócios de alimentação

De alimentação saudável a customização, conheça as áreas que devem crescer nos próximos anos

Por Priscila Zuini - 11/08/2015
2. Pizzaria: faturamento médio de R$ 197.107,12 ao mês por unidade (Foto: Creative Commons/Flickr/George Grinsted)
O mercado de alimentação fora de casa cresce, na média, 14,7% ao ano, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia). Apesar de bastante fragmentado, 93% dos estabelecimentos do ramo são pequenos, familiares e independentes, de acordo com dados do Instituto de Foodservice Brasil (IFB). Ainda segundo o IFB, 64% desses negócios faturam menos de R$ 50 mil, ao mês.
Cheio de oportunidades para empreendedores, o mercado de alimentação requer cuidados específicos. “É preciso planejar as variáveis que definem a modelagem do negócio e o posicionamento que a empresa vai ter no mercado”, diz Gustavo Carrer, consultor do Sebrae-SP.
Com a ajuda do consultor, Pequenas Empresas e Grandes Negócios mapeou os tipos de negócios que devem ser tendências nos próximos anos. Veja a lista a seguir:
1. Alimentação saudável
Este é um mercado bilionário e em expansão. Segundo dados do Instituto Euromonitor, a alimentação saudável tem potencial de mais de R$ 40 bilhões no Brasil. Alimentos funcionais, orgânicos e sem modificações genéticas estão inclusos nesta área. “É uma tendência e é transversal, você encontra desde a matéria-prima com certificação até cardápios de restaurantes com informações de que o produto é certificado, orgânico ou sem manipulação genética”, diz Carrer.
2. Valorização da origem
Outra tendência, que é especialmente boa para pequenas empresas, é a da valorização da origem do produto. “É uma combinação da questão de ser fresco com a questão social, de ajudar a comunidade”, diz. Mostrar onde o produto foi feito, com quais ingredientes e pessoas, e qual o impacto disso para a região é o caminho para aproveitar esta onda.
3. Customização
Quer um bolo com formato de desenho animado, em três sabores? É possível. A grande sacada da customização é tornar todos os desejos do consumidor possíveis. Segundo Carrer, um dos grandes exemplos de sucesso nessa área é o confeiteiro Buddy Valastro, conhecido como Cake Boss. “Ele tem uma linha de produtos pré-fabricados, com grande gama de opções, mas dá a opção de customizar o bolo como a pessoa quiser”, diz. As ideias vão longe: de massas feitas com cores e formatos específicos a impressão 3D para alimentos.
4. Serviços sob medida
A customização foi além dos produtos. Segundo Carrer, uma tendência no exterior é customizar até mesmo os serviços. Um exemplo, segundo ele, é o Gotham West Market, em Nova York, um espaço com vários restaurantes. É possível organizar um evento com um dos chefs do espaço, incluindo aula de culinária e um cardápio sob medida. “É uma experiência completa”, diz.
5. Alimentação móvel
Há pouco mais de quatro anos, os food trucks eram fantasia no Brasil. Hoje, a alimentação de rua está em todos os cantos, de portas de lojas a estacionamentos só para eles. O próximo passo, para Carrer, são formatos variados de comida de rua. “Existem não só food trucks, mas vários formatos para isso. Do carrinho de cachorro-quente a waffles belgas até food truck do tamanho de uma carreta com alta gastronomia”, diz. As operações temporárias, como pop-up stores, também devem ganhar mercado. “Atende o desejo de ter acesso a uma alimentação diferenciada sem ter que ir a um restaurante chique”, afirma.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

UNCLE K ANUNCIA PLANO DE EXPANSÃO

A Uncle K, marca de bolsas, calçados e acessórios, investe no sistema de franchising para crescer em todo o Brasil. Atualmente, a rede possui 32 franquias espalhadas pelo país, além de uma loja própria, e pretende abrir de 10 a 15 lojas até 2017.
A marca busca franqueados com perfil empreendedor, que tenham experiência no varejo e que se identifiquem com seu perfil e sua proposta inovadora, focada no design e na funcionalidade de seus produtos. Para a abertura de uma loja, com área entre 30m² a 50m², o investimento total inicial é de cerca de R$ 405 mil. 
Lançada em 1996, a Uncle K já é uma marca consolidada no mercado brasileiro. Design, utilidade e inovação são os pilares que formam a sua essência. A Uncle K desenvolve produtos multifuncionais, ideais para facilitar a rotina do dia a dia e ajudar as pessoas a organizarem todas as coisas que precisam carregar. Seu produto é exclusivo, criado e desenvolvido por um grupo de designers e estilistas brasileiros. São fabricados no Brasil e pelo mundo afora e vendidos em lojas pensadas para facilitar o atendimento e a boa exposição dos produtos. Tudo isso, torna a franquia Uncle K um negócio com grande potencial a ser explorado.
Raio X        Uncle K
SEGMENTO:         Bolsas, Calçados e Acessórios
FUNDAÇÃO:          1996
UNIDADES FRANQUEADAS:     32
UNIDADES PRÓPRIAS:    1
REGIÕES PARA EXPANSÃO:     Todo Brasil
ÁREA (M²): 30 à 50 m2
FATURAMENTO MÉDIO:  R$ 80.000,00
TICKET MÉDIO DA REDE:        R$ 259,00
PREÇO MÉDIO DE VENDA:       R$ 200,00
TAXA DE FRANQUIA:      R$ 35.000,00
TAXA DE ROYALTIES:     até 20% sobre compra
TAXA DE PROPAGANDA: 2% sobre faturamento bruto
PROJETO DE ARQUITETURA:    R$ 7.000,00
OBRA:         R$ 4.000 por m2
INVESTIMENTO MÉDIO: R$ 200.000
ESTOQUE INICIAL:         R$ 85.000
CAPITAL DE GIRO:         R$ 85.000
FUNCIONÁRIOS:   5
INVESTIMENTO TOTAL:  R$ 405.000
PRAZO MÉDIO DE RETORNO:   de 24 à 36 meses
PRAZO DE CONTRATO (MESES):       60
Outras oportunidades: FRANQUIAS DE CALÇADOS E ACESSÓRIOS

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Setor de franquias cresce 10% ao ano e mercado na Bahia segue o movimento

Correio (BA) - Naiana Ribeiro | colaborou Priscila Natividade - 27/07

Veja quais são as franquias mais rentáveis atualmente; investimento destes negócios varia de R$ 3 mil a R$ 3 milhões

Em momentos como este, de crise, as franquias – também chamadas de franchising - aparecem como opções para quem não quer correr grandes riscos. Mesmo em um cenário de instabilidade econômica, o setor deve continuar crescendo cerca de 10% ao ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Em 2015, o faturamento do setor deve ser 9% maior - o número de marcas deve aumentar 8% e as novas unidades devem crescer entre 9% e 10%. Em 2014, as franquias brasileiras faturaram R$ 127 bilhões e geraram 1.096.859 novos postos de trabalho, de acordo com a ABF.

Com um faturamento de R$ 468 milhões e 4.774 unidades próprias e franquiadas, a Bahia representa 3,8% do mercado nacional de franquias. São 2764 unidades de rede, sendo 50,8% em Salvador. 

“A Bahia é o maior hospedeiro de unidades franquiadas no Nordeste. Em momentos de recessão econômica, a quantidade de franquias cresce. Isto porque as pessoas que já estavam pensando em empreender passam a optar pelo sistema de franquias, por ser um negócio de baixo risco”, explica o diretor regional da ABF Leonardo Lamartine.

Segundo ele, cerca de 85% das novas empresas  fecham em cinco anos. A taxa de mortalidade das franquias, que utilizam modelos de negócios já testados, entretanto, é de 3,6%. Mesmo na crise, o setor cresceu 9,2% no primeiro trimestre.

“Os executivos que estão deixando seus empregos, por exemplo, buscam por novos investimentos, mais seguros. O empreendedor que compra uma franquia investe em um negócio que não nasceu naquele momento”.

No estado, os setores mais procurados são o de Alimentação (23%) e Esporte, Saúde, Beleza e Lazer (20,8%). “São itens ligados às necessidades básicas. Quase 90% dos restaurantes em shoppings, por exemplo, são franquias. Já o setor de beleza e cosméticos tem crescido bastante”, diz.


Mercado promissor 

Foi justamente no setor de Alimentação que os administradores baianos Diego Figueiredo, de 28 anos, e Salomão Abud, 43, resolveram abrir uma franquia da loja de paletas mexicanas Los Paleteros. Com duas lojas e um quiosque, eles devem fechar o ano com cinco franquias em Salvador e três em outros estados do Nordeste.

“Na região, temos um potencial muito grande para produtos premium. Nos últimos anos, inclusive, o poder de compra da classe C aumentou, o que abriu portas para expansão deste tipo de empresa”, comenta Figueiredo.

Apesar de estar em um cenário promissor, o empresário conta que percorreu um longo caminho até abrir a primeira loja da franquia Curitibana. “Tive que passar um tempo pesquisando, vendo qual era a melhor empresa para o meu perfil, depois viajei diversas vezes para reuniões com o franqueador. Depois dessa luta, tive que estudar quais eram os melhores locais para abrir a loja”, revela.

Segundo ele, o investimento inicial para uma loja em shopping da Los Paleteros é de R$ 250 mil mais o valor do ponto comercial, o que chega a R$ 400 mil. “A loja da Barra, que inauguramos em março, por ser uma loja mais elaborada, teve o investimento de R$ 800 mil”, diz. 

Apesar do alto movimento, sobretudo nos finais de semana, quando chega a cerca de  mil pessoas por dia,  os sócios ainda não tiveram o retorno do investimento inicial. Segundo eles, este deve ser obtido nos próximos nove meses.


Sede na Bahia

Entre as 18 franqueadoras brasileiras com sede na Bahia, a loja de roupas Elementais já tem 26 lojas no país, sendo 20 franqueadas e outras seis lojas próprias. “Já trabalhamos há 11 anos com franquia. Nossa proposta era expandir com lojas próprias, mas as franquias aceleram este processo”, argumenta o sócio-presidente Fernando Albuquerque.

Ele alerta, entretanto, que abrir uma franquia não é tão fácil quanto parece. “O sucesso de uma franquia depende não só do franqueador como do franqueado, que contrata, demite, atende  o cliente, divulga a marca, etc”.

Segundo ele, o investimento inicial varia de acordo com o local da loja, mas custa a partir de R$ 250 mil, sem contar o ponto comercial. Já o faturamento mensal da unidade varia de R$ 70 mil a R$ 120 mil.
Retorno

Para o diretor da consultoria especializada em formatação de franquias Netplan, Daniel Bernard, o investimento destes negócios varia de R$ 3 mil a R$ 3 milhões.

“A maior parte se concentra na faixa de R$ 150 mil a R$ 300 mil. Entretanto, há uma tendência das pessoas buscarem por microfranquias, com investimento de até R$ 80 mil. O fato é que existem franquias para todos os perfis, em 65 ramos de atividade”, garante. Bernard, que também é economista e administrador, diz, que é impossível prever o lucro com antecedência.

Mas afirma, com base na experiência profissional, que o retorno obtido costuma ser satisfatório. “Depende do local, da capacidade administrativa do franqueado, da equipe dele, etc. Na área de alimentação, o retorno varia de um ano e meio a dois anos. Quem vende produtos, em geral, tem este retorno em dois a três anos. Já no ramo de serviços, o retorno deve vir em um ano a um ano e meio”, calcula. 

Ele também analisa que o momento é interessante para quem pensa em ter uma franquia. “A pessoa precisa fazer uma auto-análise do seu perfil e decidir se franquia é o melhor tipo de investimento para ela. Depois é preciso escolher quais empresas tem mais a ver com o seu perfil e selecionar as três melhores. Após entrar em contato com estas três e obtiver resposta, é preciso fazer  uma análise dos contratos e documentação das empresas finalistas”, diz.

A pessoa precisará buscar por um ponto comercial que a franquia aprove e terá que desenvolver um plano de negócios. “Se o negócio é viável e atraente, assine o contrato. Antes da inauguração, será preciso montar a operação, passar por treinamento comercial e buscar por financiamentos”. 


Crédito

Segundo a ABF, diversos bancos tem convênio com marcas franqueadoras. O Banco do Nordeste (BNB), por exemplo, tem uma linha própria para franquias, que depende de uma garantia real. Já o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) possui um programa de financiamento de franquias em parceria com o Bradesco que empresta até R$ 125 mil sem uma garantia real.

Já a Caixa Econômica possui um programa que a pessoa começa como  pessoa física e depois passa a ser jurídica. Sócio-diretor da franquia paulista Patroni Pizza, Luiz Cury também viu na Bahia um potencial imenso para expandir sua loja. Apenas em Salvador ele possui quatro unidades.  

“Queremos expandir para outros locais da Bahia, como Barreiras e também mais no interior”. Para superar a crise, Cury  criou um modelo de investimento mais em conta, o Patroni Expresso.

“Este modelo é mais enxuto e prevê investimento de R$ 195 mil, já com  taxa de franquia. Com este modelo, o faturamento médio mensal de R$ 60 mil e lucro de 15%, que vai de R$ 7 mil a R$ 9 mil”, diz. O retorno do investimento, neste caso, varia de 18 a 24 meses, sem considerar o valor do ponto comercial.  

Outra empresa que deseja esticar sua rede de franquias até a Bahia é a Ducha Cosméticos. A marca já está no mercado há 12 anos e vem até Salvador para participar da Feira de Franquias (veja ao lado) para tentar conquistar o consumidor baiano.

“Um dos maiores mercados de perfumaria está no Nordeste. Várias cadeias de loja estão segurando a crise por conta da inserção que conquistaram na região. É o mercado que mais consome perfumes”, assegura o diretor da empresa, Yomar Ferreira. O investimento inicial da franquia está em R$ 75 mil. Segundo ele, o retorno do investimento varia de 18 a 36 meses. 


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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Casal faz sucesso com saladas em potes de vidro no RJ

Casal faz sucesso com saladas em potes de vidro no RJ

A Green Food também vende sobremesas e sucos naturais e está estruturando rede de franquias

Por Adriano Lira - 14/08/2015
Noelle Cunha e Filipe Fernandes, da Green Food (Foto: Divulgação)
Os empreendedores Noelle Cunha e Filipe Fernandes, ambos com 27 anos, provam que é possível ter sorte no amor e nos negócios. Os dois, que são namorados, vêm fazendo sucesso como os donos do próprio negócio. Eles comandam a Green Food, empresa que vende refeições saudáveis e saladas em potes de vidro em Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio de Janeiro.
A inspiração para a criação da empresa surgiu a partir de uma necessidade sentida pelo casal. "No nosso dia a dia, sentíamos a necessidade de nos alimentar bem e sem gastar muito. Percebemos que muitas outras pessoas queriam uma opção saudável e acessível", diz Noelle. Em outubro de 2014, abriram a Green Food.
O cardápio da Green Food tem uma série de saladas, que custam entre R$ 12,90 e R$ 15,90. Elas podem ser acompanhadas de molhos, incluídos no pedido gratuitamente, e uma opção de proteína (frango grelhado ou omelete) a um custo adicional de R$ 3. Também há pratos como escondidinho, salmão e massas, que custam entre R$ 15,90 e R$ 18,90, além de sobremesas sem açúcar e sucos naturais.
Salada em pote de vidro da Green Food (Foto: Divulgação)
Quando inauguraram o negócio, Noelle e Fernandes não tinham dinheiro para abrir um restaurante, por isso, optaram por um sistema de delivery. Os pedidos eram feitos por telefone e por WhatsApp. Desde julho, no entanto, a empresa conseguiu um espaço no Unigranrio Shopping, de Duque de Caxias. Lá, funciona o Mitsú, um restaurante japonês de um amigo do casal. A Green Food vem usando a infraestrutura do Mitsú como centro de distribuição.
É possível, inclusive, fazer pedidos do cardápio da Green Food no caixa do restaurante japonês. "Ainda não há nenhuma identificação da nossa empresa no Mitsú, mas já estamos produzindo letreiros e cardápios. Queremos que o espaço seja um store in store, em um esquema semelhante ao que fazem a Domino's Pizza e o Spoleto, que operam juntas em um mesmo ponto comercial", diz Fernandes.
Além disso, somente no sistema de delivery, a Green Food tem um plano de pedidos semanal, em que seus clientes recebem saladas em potes de vidro. Em pedidos a domicílio individuais ou para quem come no shopping, as refeições vêm em embalagens de plástico. Ao fazer um plano semanal, o cliente ganha desconto de R$ 2 em cada pedido.
Produtos da Green Food (Foto: Divulgação)
O delivery da Green Food atende a cidade de Duque de Caxias. No entanto, também aceita pedidos do resto da região metropolitana carioca, com mais de 10 unidades e realizados com pelo menos 24 horas de antecedência.
Hoje, o faturamento da Green Food gira em torno de R$ 23 mil por mês. E, apesar do pouco tempo de vida e de não ter uma operação funcionando plenamente, a empresa já está prestes a se tornar umafranquia. Um manual para franqueados já foi feito. O plano é franquear cinco formatos diferentes de operação: loja de rua, loja de shopping, quiosque, foodtruck e centro de distribuição para entregas a domicílio. Para começar a buscar franqueados, a empresa participará da Franchising Fair, uma feira de franquias em Curitiba (PR), em novembro.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Venda de chopeira dá início a negócio de utensílios domésticos

Antes, empresário era dono de uma loja de artigos esportivos. 
A loja de itens para cozinha fatura R$ 40 mil por mês e vai virar franquia.

Do PEGN TV
O empresário Rodrigo Chiavenato apostou no chamado “mercado gourmet” e se deu bem. Ele era dono de uma loja de artigos esportivos e resolveu investir numa loja de utensílios domésticos.
Uma chopeira deu início ao negócio. Um amigo comprou um lote desse produto e pediu para Rodrigo vender. Mas, como era estranho vender chopeira em loja de esporte, o empresário teve que ser criativo e chamou a atenção com suco natural. O visual colorido encantou os clientes e em menos de três meses ele vendeu todas as mil chopeiras que estavam encalhadas.

Foi aí que ele percebeu a oportunidade do novo negócio. Em 2014, ele criou o site de vendas e em 2015 abriu a loja especializada em objetos para cozinha. A loja fatura R$ 40 mil por mês. O negócio vai virar franquia e já tem 200 interessados. Até o fim do ano, os empresários devem abrir dez lojas.

CONTATO:

MUNDO CHEFF
Avenida Pedroso de Morais, 510-Pinheiros
São Paulo/SP – CEP: 05420-000
Telefone: (11) 4301-5277
Site: www.mundocheff.com.br
E-mail: franquia@mundocheff.com.br

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